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Reabilitação

MAIS DO QUE UM DESAFIO, UMA FORMA DE ESTAR E UM FACTOR DETERMINANTE PARA A INOVAÇÃO E PARA O SUCESSO.

A reabilitação tem levado a UMBELINO MONTEIRO assumir uma postura única no mercado.
Os casos na reabilitação do património arquitectónico pressupõem um desafio constante para a Empresa a vários níveis.

Desde a década de 80 que têm sido projectados e criados modelos específicos de telhas para diversas funcionalidades e exclusivas, como são casos exemplares a telha UM Canudo Flameada, a UM Canudo Tibães, desenvolvidas para o Mosteiro dos Jerónimos e de Tibães respectivamente; a tonalidade Açores que reproduz o aspecto original dos telhados açorianos e ainda e a UM Romana Monserrate, neste caso uma reprodução fiel da telha que cobriu o Palácio de Monserrate.
A aptidão técnica, logística e a constante auscultação de mercado, a par de cooperações diversas com projectistas e outros agentes, tem levado a que o know-how UMBELINO MONTEIRO seja reconhecido, dentro e fora do país, neste desafio que é criar produtos idênticos em forma e em cor aos originais mas tecnologicamente evoluídos.
Assim, por muito complexas que pareçam as questões que se colocam na reabilitação, a UMBELINO MONTEIRO sabe sempre fornecer soluções capazes de assegurar reproduções fiéis com funcionalidade e rigor acrescidos.



Bairro Alto

O Bairro Alto é um bairro antigo e pitoresco no centro de Lisboa, com ruas estreitas e empedradas, casas seculares, pequeno comércio tradicional, restaurantes e locais de vida nocturna.
Desde os anos 80 que é a zona mais conhecida da noite lisboeta, com inúmeros bares e restaurantes, a par das casas de fado.
Aos poucos verifica-se também que passou a ser procurado como um lugar para viver, estando a sua população a ser renovada e rejuvenescida.

Casa Arrábida

Paraiso à beira-mar plantado

Na orla meridional da península de Setúbal, entre esta cidade e as vilas de Palmela e de Sesimbra, eleva-se a cordilheira da Arrábida..
A Serra da Arrábida é uma elevação situada na margem norte do estuário do Rio Sado, na Península de Setúbal, Portugal, com o ponto mais alto a 501 metros de altitude e características peculiares de clima e flora.
 



Escola Roberto Ivens

A história da escola Roberto Ivens está ligada à reforma do ensino ocorrida no final da década de sessenta do séc. XX.
Recentemente, foram realizadas obras de requalificação que transformaram por completo a geografia da escola. A partir do ano lectivo de 2006/2007, a comunidade escolar que a escola serve pôde, assim, passar a contar com um espaço físico completamente requalificado.

Sta Leocadia

Bela Igreja de Matriz Românica onde são visíveis algumas alterações introduzidas ao longos dos tempos, mas que ainda mantém em bom estado a cachorrada e uma bela fresta com dois colunelos e um trabalho de volta inteira. No interior, e graças a obras de recuperação ainda recentes, ficaram a descoberto muitos dos interessantes frescos que revestiam o interior da igreja.

Sé do Porto

Da mui nobre, invicta e sempre leal cidade Património da Humanidade.

Anterior à fundação da nacionalidade, a Sé do Porto, é parte fundamental do espólio medieval da cidade que seria nos séculos III e IV tão só uma estação intermediária entre Olisipone e Braçada Augusta. No ponto onde se atravessava o rio existia, no século V, um povoado designado por Cale que mais tarde é referido por Portus Cale e Portucale, origem do nome Portugal.
Situada no Centro Histórico da cidade e alvo de inúmeras intervenções ao longo dos séculos, é hoje um legado de extrema importância, ou não fosse a Sé certamente decisiva para a classificação, pela UNESCO, do Porto como Património Cultural da Humanidade.

Sé de Barcelos

Cambeses foi Couto da Sé de Braga, tendo sido sede de Concelho até à Reforma Liberal de 1836, com autonomia administrativa. Possui ainda vestígios de antiga cadeia sita na Quinta do Paço. Situa-se no vale do rio Este que desagua no rio Ave.
A freguesia de Cambeses, Barcelos, é mais antiga que o próprio país, tendo sido por Carta de D. Afonso Henriques confirmado à Sé de Braga o couto outorgado já por D. Teresa, sua mãe. — 27 de Maio de 1128
É também conhecido como o Documento da Fundação de Portugal.

Praça de Touros do Campo Pequeno

O edifício da Praça de Touros do Campo Pequeno foi inaugurado em 1892, sendo autor do projecto o Arqto. António José Dias da Silva (1848-1912), no local onde já desde o século XVIII se realizavam corridas de touros. O edifício insere-se no estilo neoárabe, com cúpulas semelhantes às das mesquitas.

Pousada Estoi

O projecto é da autoria do Arquitecto Gonçalo Byrne que teve a responsabilidade de transformar a “Versailles Portuguesa” num luxuoso edifício da rede das Pousadas de Portugal.
Durante 14 meses, o Palácio de Estoi, inserido na aldeia de Estói, a escassos metros das ruínas romanas de Milreu e a dez quilómetros da capital algarvia, foi alvo de intervenções profundas.
Foram recuperadas as construções existentes e conservado o património arquitectónico, de elevada especificidade e complexidade.

Palácio Vila Flor

O Palácio Vila Flor, edifício do século XVIII, mandado construir pelo fidalgo vimaranense Tadeu Luís António Lopes de Carvalho de Fonseca e Camões, passou posteriormente por compra para a família dos Condes de Arrochela, que nele receberam D. Maria II, na visita que determinou a elevação a cidade da então vila de Guimarães. Novamente vendido, nele se realizou, em 1884, a I Exposição Industrial e Comercial de Guimarães.
Mais tarde passa para a posse da família Jordão, que completou a obra iniciada por Tadeu Luís, com excepção da sequência de estátuas dos Reis de Portugal existente nas fachadas norte e oeste do Palácio.

Paços do Concelho Vila Meã

Os Antigos Paços do Concelho são uma construção dos fins do século XVI e princípios do Século XVII, no reinado de Filipe III de Portugal e IV de Espanha.
As fachadas principal e lateral ostentam várias peças de granito trabalhado que dão um toque senhorial àquele edifício municipal, que tem sido tomado por baluarte de defesa do regresso de Vila Meã à categoria de sede do concelho, tal como sucedeu até 25 de outubro de 1855. Este imóvel foi adquirido pela Câmara Municipal de Amarante.

Museu Castro Guimarães

De Palácio – residência de Verão, a jóia da coroa de Cascais, é, para além de um inestimável legado, albergue de faustosas riquezas e bizarras curiosidades.
Com o nome inicial de Torre de São Bastião, foi construído por um rico descendente irlandês e posteriormente propriedade de um Conde português.
Este notável imóvel de arquitectura portuguesa de linguagem revivalista, de integração plena e particularmente harmoniosa é hoje o Museu Condes de Castro Guimarães.


Mosteiro Pombeiro

A primitiva construção românica data dos anos 1059 e 1102, da qual apenas restam os dois absidíolos e o portal principal, de quatro arquivoltas. Durante a Dinastia Filipina o exterior recebeu duas novas torres. D. Gonçalo Mendes de Sousa "O bom", foi padroeiro deste mosteiro.
Em 1770, com a chegada de Frei José de Santo António Vilaça, foi renovado o interior da Igreja e construídos vários altares em talha.
Extintas as Ordens Religiosas em 1834, o Mosteiro foi pilhado e alienado, tendo uma parte significativa das suas pedras e silhares sido aproveitada para outras obras da região.

Mosteiro de Alcobaça

Estavas, linda Inês, posta em sossego,
De teus anos colhendo doce fruito,
Naquele engano da alma, ledo e cego,
Que a fortuna não deixa durar muito (...)
                                                    Camões


É nesta formidável edificação implantada num extenso vale, a par do casario da vila, distinta pela monumentalidade e equilíbrio das formas, que repousa Inês de Castro, numa das mais belas obras da arquitectura tumular do séc. XIV.
Mas o Mosteiro de Alcobaça não traduz somente a dimensão dos grandes episódios da História de Portugal, mas sobretudo a grandeza dos homens e mulheres anónimos, que ao longo de várias gerações e seis séculos o edificaram e por ele deram a vida. A estes e aos seus incógnitos dramas se deve verdadeiramente a inscrição do Mosteiro na lista do Património Mundial da UNESCO, assinalando-o como exemplo das grandes obras que o Homem Universal é capaz de realizar.

Mosteiro Arouca

O Mosteiro de Arouca situa-se na freguesia e município do mesmo nome e foi erigido no século X. Da construção original apenas restam algumas pedras aproveitadas numa parede do actual edifício, este construído nos séculos XVII e XVIII.Em 1886, com a morte da última freira, o Mosteiro foi extinto e todos os seus bens transitaram para a Fazenda Pública. Abre-se, então, uma era de utilizações diversas para este amplo conjunto edificado, mantendo-se, contudo, o espólio artístico, recolhido no Museu de Arte Sacra, entretanto, aí instalado.

Jardim da Sereia

Um Golfinho, um Tritão e uma frescura espantosa.
Um golfinho e um tritão num quente mês de Verão.


O Parque de Santa Cruz, integrado na cerca do Mosteiro com o mesmo nome, foi criado como espaço de lazer e meditação para os monges.
Diz-se ser por isso que o povo lhe passou a chamar Jardim da Sereia: um refúgio oportuno de exuberância e frescura, especialmente quando em Coimbra o sol brilha nos cálidos meses de Verão.

Igreja Sta Leocádia

Santa Leocádia é a freguesia que dá o nome ao concelho e foi sede do senhorio de Baião.
Igreja de traços românicos e talha renascentista. Possui uma valiosa iconografria, onde se destaca uma imagem do Séc. XVIII.

Hotel S. Silvestre

Indiferentes a estranhos ou orgulhosos dos seus costumes?

Diz-se das gentes de S. Silvestre que são indiferentes a estranhos, mas ajuíze melhor o visitante, hóspede do simpático hotel com o mesmo nome: magníficos campos mondeguinos, sobrevoados por enormes cegonhas e milhafres.
Na rua, a certeza de encontrar chapéus de aba revirada, com fita de veludo posto sobre o cachené que lhe vai atar as pontas por cima, usados com um sorriso prazenteiro e o orgulho de quem não renega a tradição.

Cordoaria Nacional

O cordame, o velame, a alfaiataria e as bandeiras do Marquês.

A construção do Edifício da Cordoaria Nacional, na segunda metade do século XVIII, com provável traçado do Arquitecto Reinaldo Manuel dos Santos, foi determinada por decreto de D. Sebastião José de Carvalho e Melo. Construção típica, reflectindo o carácter industrial da época, sofreu sucessivas campanhas de obras ditadas pela necessidade de adaptação à instalação de serviços que em nada estariam relacionados com a sua vocação original.
Hoje, à revelia da original vontade de Marquês de Pombal, a Cordoaria Nacional é um importantíssimo pólo de valências multiculturais.

Convento de Cristo

O Convento de Cristo , histórico monumento na cidade de Tomar, foi fundado em 1162 pelo Grão-Mestre dos Templários, Dom Gualdim Pais. O Convento de Cristo ainda conserva recordações desses monges cavaleiros e dos herdeiros do seu cargo, a Ordem de Cristo, os quais fizeram deste edifício a sua sede.
Sob a égide do  Infante D. Henrique, o Navegador, Mestre da ordem desde 1418, foram construídos claustros entre a Charola e a fortaleza dos Templários, mas as maiores modificações verificam-se no reinado de D. João III (1521-1557).
Arquitectos como João de Castilho e Diogo de Arruda procuraram exprimir o poder da Ordem construindo a igreja e os claustros com ricos floreados manuelinos que atingiram o máximo esplendor na janela da fachada ocidental.